sexta-feira, 29 de agosto de 2014

A História do Fusca


A história do VW é longa, por isso um breve resumo.

As origens do VW Sedan se deram na década de 30, quando o ditador alemão Adolph Hitler pensava na idéia de financiar uma montadora de automóveis estatal, nesse tempo surgiu o nome do engenheiro Ferdinand Porsche que já chegou a trabalhar na Daimler-Benz mas em 1931 fundou seu próprio escritório. A pedido de Hitler, Porsche e sua equipe criaram o VW Sedan (cujas linhas foram criadas pelo designer Erwin Komenda), influenciado nas novas linhas aerodinâmicas que surgiriam na década de 30 como as do Chrysler Airflow e principalmente o Tatra,  vários protótipos foram apresentados mas só em 1938 foi apresentada a forma definitiva, um compacto de linhas curvas e motor traseiro refrigerado a ar, inicialmente batizado de KDF era um carro simples, confiável e barato.

Por causa da segunda guerra a produção foi interrompida, sendo fabricadas versões militares (Kübelwagen, Kommandeurwagen e Schwimmwagen) no lugar do sedan civil, com o fim da guerra em 1946 os britânicos retomaram a produção, mas logo depois em 1948 a presidência da VolksWagen passou para as mãos de Heinrich Nordhoff, a partir daí o VW conquistou o mundo. O VW (Typ 1) passou a ser produzido em vários países como por exemplo Brasil e México, com o lançamento do Golf em  74 o VW sedan foi produzido na Alemanha até 1978. Sua versátil plataforma deu origem a diversos modelos como o furgão Kombi(ou Typ 2), o Typ 3 e Typ 4. (sedan, fastback e SW), o utilitário Typ 181 e o esportivo Karmann-ghia entre muitos outros.

Um detalhe interessante foi que após uma reestilização o VW recebeu janelas laterais maiores, fato que não ocorreu no Brasil. Nos EUA recebeu o apelido de Beetle. O último Fusca foi produzido no México em 2003 com 21.529.464 unidades produzidas pelo mundo, mas em 1998 foi apresentado o New Beetle que era uma releitura do VW, apesar do motor dianteiro e pertencer a um segmento nada popular.

BRASIL - Apesar de importado desde 1953 o primeiro Fusca nacional surgiu em 1959 mas não se chamava Fusca, apenas VW Sedan e já contava com bom índice de nacionalização. Seu motor boxer refrigerado a ar tinha 1200 cm3. Dois anos depois ganhou um novo câmbio com marchas sincronizadas.

Em 1965 apresentava um teto solar como opcional, este logo recebeu o apelido de "Cornowagen". Nesse mesmo ano foi apresentada a versão super básica, o famoso "pé-de-boi", que concorria com o Gordini "Teimoso" e a DKW "Caiçara".

Em 1967 o motor teve a cilindrada aumentada para 1300 cm3 e algumas mudanças como o vidro traseiro maior, e o sistema elétrico mudou para 12 volts. Nunca uma plataforma foi tão bem aproveitada, pois serviu de base para muitos modelos da marca como a Kombi, TL, Variant, 1600 Sedan, SP2, Karmann-ghia e Brasília, sem contar os vários foras-de-série que a utilizaram por décadas.

Em 1970 surge o Fuscão uma carroceria renovada e motor de 1500 cm3. O motor 1600 cm3 equiparia o modelo 1974, surgindo o 1600S Bizorrão, que se diferenciava pela faixa preta na tampa traseira.

Em 1978 novas melhorias como o bocal do tanque para fora do capô e em 1979 surge o Fusca com lanternas traseiras maiores, o famoso "Fafá de Belém", uma alusão aos "dotes" da cantora. Para a década de 80 o Fusca ganha um novo painel e o nome "Fusca" é oficialmente nomeado pela marca, continuou até 1986 quando deixou de ser fabricado.

Em 1993 a VW relançou o Fusca, que já recebeu o apelido de "Fusca Itamar" devido aos pedidos do presidente na época, este possuía catalisador, pneus radiais, pára-choques da cor do carro, novos bancos herdados do Gol, e cinto de 3 pontos. Em 1996 o Fusca finalmente encerra sua produção. Em 2003 a VW importou alguns exemplares mexicanos, exclusivamente para colecionadores.


A origem do nome Fusca é uma incógnita mas a história que eu conheço é que quando os alemães vinham ao Brasil quando diziam a palavra Volks, foneticamente era "Folks", aí com o tempo abrasileirou e virou Fusca.


domingo, 6 de abril de 2014

Redes Sociais: Vítimas ou Culpados?

Cada dia que se passa, vemos o tão quão a tecnologia vai evoluindo, e nessa levada o crescimento de usuários conectados a grande rede e consequentemente as redes sociais. A quantidade de crianças e jovens conectados é gigantesca! Muitos desses acabam vivendo nesse mundo virtual e esquece o mundo real, e nisso são propensos a cair em certas armadilhas da rede como pedófilos, golpistas, sequestradores e entre outros.
Nesse contexto nos vêm a seguinte pergunta: Somos reféns ou culpados? Simples, os dois. Hoje dá pra se dizer que somos mais reféns do que culpados. É só nós pararmos para analisar: Em uma roda de amigos haverá sempre uma pessoa com um celular conectado interagindo com outras pessoas, e pior, o vício é tanto que a pessoa não vive se não estiver conectado. Mas não só em uma roda de amigos que presenciamos isso, é em todos os lugares: empresas, escolas, faculdades, baladas, na rua... É absurdo ver as pessoas que não largam o celular em nenhum momento. Vemos que a febre das redes como: Facebook, Twitter, Whatsapp e etc é maior a cada dia que se passa. Mais e mais jovens e crianças esquecem da vida lá fora e ficam mais e mais em virtude do computador ou celular.
Mas, como em tudo há um lado positivo, vemos que por meio destes a velocidade em que obtemos as informações do mundo inteiro é gigantesca, tanto que algumas vezes podemos acompanhar em tempo real e com uma grande riqueza de detalhes. Há de se destacar também que por meio deles, as divulgações de trabalhos artísticos é  grande, muitos sucessos hoje saíram da internet e ocupam espaço em nosso dia-a-dia. Essa é a válvula que muitos usam para entrar no mundo artístico: Lançam seu trabalho, muitas vezes no "Youtube", divulgam e esperam que o trabalho estoure, muitos conseguem a curto prazo, alguns a longo prazo e muitos não conseguem retorno, acabam definhando logo no começo.
Por trás desses "artistas" há sempre uma legião de fãs que ajudam o mesmo a divulgar o trabalho e também os defendem com unhas e dentes. O Seguinte fato é um grande exemplo: Em seu programa policial, José Luiz Datena da Rede Bandeirantes, fez duras críticas às atitudes ao cantor pop Justin Bieber, que na oportunidade havia servido de "mau exemplo" ao ser preso dirigindo embriagado. Insatisfeitos com o que o apresentador estava dizendo, fãs do cantor começaram a insulta-lo e ameaça-lo por meio das redes sociais, que por fim, o apresentador quebrou um cd do cantor ao vivo em protesto as ameças e as nada belas palavras que ele estava recebendo do fãs do astro teen.
Houve vários outros casos semelhante à esse, no qual fãs, seguidores, fanáticos, atacam determinada pessoa por um comentário, postagem, enfim, algo que seja levado como crítica ou coisa qualquer.
Mas estar na internet não é sinônimo de sucesso garantido, pois a rede proporciona apenas "15 minutos de fama" e depois os mesmo somem. Um grande exemplo a ser citado é a do cantor coreano PSY, que lançou sua música no Youtube, Gangnam Style, que obteve recordes de visualizações e foi por um bom tempo um dos assuntos mais falados no mundo, mas hoje não se vê mais falar dele. Ele e entre outros hits entraram nesse viral da internet e depois acabaram esquecidos ou trocados por outra "modinha".
Mas há quem se deu bem nessa febre da internet, um exemplo são os humoristas. Muitos deles obtiveram sucesso pela rede e ainda se mantêm na mídia. Exemplos como Rafinha Bastos, Cia de humor Os Barbixas, Danilo Gentili, Oscar Filho, entre outros. O sucesso eclodiu tanto que o jornal norte americano "The New York Times" elegeu o twitter de Rafinha Bastos como o mais influente do mundo, deixando para trás personalidades como  Barack Obama e Oprah Winfrey.
Enfim, há tantos pontos positivos e negativos para ser citado, mas a questão maior é que a dependência da internet e redes sociais irá aumentar, mais ainda com os avanços da tecnologia, por isso cabe a nós largarmos um pouco o mundo virtual e viver o mundo real, esquecermos um pouco a tecnologia e ter mais contato com outro ser humano, tanto quanto a família, tanto namorado ou namorada, os amigos, colegas de trabalho.

sábado, 4 de janeiro de 2014

Curiosidades do Rock: Origem e ano de criação de algumas bandas



Abaixo, uma lista de algumas bandas com a sua origem e ano de criação:

Iron Maiden
Origem: Londres - Inglaterra
Ano de criação: 1975

The Doors
Origem: Los Angeles - EUA
Ano de criação: 1965

AC/DC
Origem: Sidney - Austrália
Ano de criação: 1973

The Cranberries
Origem: Limerick, Munster - Irlanda
Ano de criação: 1989

Judas Priest
Origem: Birmingham - Inglaterra
Ano de criação: 1969

Metallica
Origem: Los Angeles, Califórnia - EUA
Ano de criação: 1981

Guns N' Roses
Origem: Los Angeles, Califórnia - EUA
Ano de criação: 1985

The Beatles
Origem: Liverpool - Inglaterra
Ano de criação: 1960

Foo Fighters
Origem: Seattle - EUA
Ano de criação: 1994

Black Sabbath
Origem: Birmingham - Inglaterra
Ano de criação: 1968

Red Hot Chili Peppers
Origem: Los Angeles, Califórnia - EUA
Ano de criação: 1983

Nirvana
Origem: Aberdeen, Washington - EUA
Ano de origem: 1987

Led Zeppelin
Origem: Londres - Inglaterra
Ano de criação: 1968

Pink Floyd
Origem: Cambridge - Inglaterra
Ano de criação: 1965

The Who
Origem: Londres - Inglaterra
Ano de criação: 1964

Ramones
Origem: Nova Iorque - EUA
Ano de criação: 1974

Bon Jovi
Origem: Nova Jérsei - EUA
Ano de criação: 1983

Queen
Origem: Londres - Inglaterra
Ano de criação: 1971

Scorpions
Origem: Hanôver - Alemana
Ano de criação: 1965

Sex Pistols
Origem: Londres - Inglaterra
Ano de criação: 1975

Pantera
Origem: Arlington, Texas - EUA
Ano de criação: 1981

Deep Purple
Origem: Hertfordshire - Inglaterra
Ano de criação: 1968

Creedence Clearwater Revival
Origem: El Cerrito, Califórnia - EUA
Ano de criação: 1967

Motörhead
Origem: Londres - Inglaterra
Ano de criação: 1975

Megadeth
Origem: Los Angeles, Califórnia - EUA
Ano de criação: 1983

Kiss
Origem: Nova Iorque - EUA
Ano de criação: 1973

Lynyrd Skynyrd
Origem: Jacksonville, Flórida - EUA
Ano de criação: 1964

The Police
Origem: Londres - Inglaterra
Ano de criação: 1977

Eagles
Origem: Los Angeles, Califórnia - EUA
Ano de criação: 1971

Whitesnake
Origem: Leeds - Inglaterra
Ano de criação: 1977

The Rolling Stones
Origem: Londres - Inglaterra
Ano de criação: 1962